Vi-te levantar aos primeiros clarões dos relâmpagos, em tronco nu pegaste na guitarra e dirigiste para a varanda, o ar estava quente e abafado, podia-se sentir a electricidade a percorrer a pele. As cordas graves da guitarra ressoavam com os trovões a sonoridade era estranha, sentado no chão da varanda improvisaste dedilhados para oferecer aos deuses pelo impressionante espectáculo, a noite era mágica.
Os raios reflectiam-se nos na tua cara e percebi o fascínio que sentias nos teus olhos.
A chuva começou então a cair pesadamente criando uma cortina plúmbea entre ti e o mundo.
Volveste à cama e no momento em que a tua consciência partiu para a terra dos sonhos libertei-me do teu corpo, renasci. Nessa altura compreendi e tornamo-nos uno.
Os raios reflectiam-se nos na tua cara e percebi o fascínio que sentias nos teus olhos.
A chuva começou então a cair pesadamente criando uma cortina plúmbea entre ti e o mundo.
Volveste à cama e no momento em que a tua consciência partiu para a terra dos sonhos libertei-me do teu corpo, renasci. Nessa altura compreendi e tornamo-nos uno.
Escrevi isto.
3 comentários:
Extraordinário...!
Gosto do que escreves, a sério q sim!
Ab
Obrigado, mesmo.
Por vezes ando aqui perdido...
(sorrio, por lembranças...)
Enviar um comentário