sexta-feira, setembro 16, 2005

In Vino Veritas #1


Johannes Vermeer, The Glass of Wine
1658-60, 65x77cm
Gemdldegalerie, Berlim, Alemanha

segunda-feira, setembro 12, 2005

Present Day

Já Feito #2- Fotossíntese

O processo de verdecer corações constituído por água(H20) e minerais em cadeia a crescer, é dor luminosa, se se esquecerem de interpretar o natural. A natureza desatina contente sobreviver, uma bela química processando os heterotróficos humanos. Os lábios autotróficos desse vencedor, quando compostos por gente, sabem ser, seriam seres. Seja sepultura de erva. Essencialmente, as substâncias orgânicas tendem para a base, o verde gasoso(O2) através da amizade. Ver recorda amor continuo, solitário verde, vontade de crescer e estar. Assim se inicia a energia ganha no processo alimentar da glicose. A lealdade só pode doer quando arde. As plantas tiveram necessidade de diversos organismos através do oxigénio, sentindo energia como alimento. Contentar-se com o carbono descontente é ferida na maneira de cuidar, contentamento contrário. Perder-se entre dióxidos estará no querer sempre o mesmo. Os vegetais quando transformam açucares produzem amor que dói. As plantas pertecem ao próprio fogo, sepultura doentia. A erva vence na fotossíntese dos seres.

sexta-feira, setembro 09, 2005

Ele...

Dois corpos nus respiravam ofegantemente na escuridão do quarto minúsculo. O suor molhava os seus corpos fazendo-os brilhar através da luz fantasmagórica de uma cidade deserta, foi então que começou a chover torrencialmente. Num impulso deu um pulo, foi até à varanda, abriu as portadas e saiu para aquela luminosidade difusa de uma noite chuvosa e deixou os gordos pingos de chuva escorrer pelo seu corpo. Ela, logo a seguir, enrolada ao lençol permaneceu à porta da varanda olhando fascinada.

Ela...

Quando acabou de subir os cinco lances de escadas ele já a esperava. Riu-se do seu cansaço e perguntou, “ queres chá”? Ela atirou-se para cima do sofá do amor ... já se ouvia a melhor música do mundo, o sítio era especial, nenhum degrau estava a mais, fazia sentido. Ele trouxe aquele chá que fazia rir, não era nada de mais, só chá de cereja mas era maravilhoso porque o ácido picava naquele sítio que fazia rir. Ele nunca lhe iria dar outra coisa, não queria que ela tocasse em coisas dessas, gostava tanto dela, queria protegê-la e dizia: “já és maluca o suficiente”.
Ela também o adora e quer protegê-lo. Uma vez começou a chover, ele alegrou-se e saltou da cama quente para a chuva, ela sentia tanto frio na pele dele que insistia em secá-lo, em abrigá-lo...ele ria ...ele é tão louco.

Novo Album da Fiona Apple



O aguardado terceiro álbum da Fiona Apple vai finalmente ser editado, depois de muita pressão popular. O álbum encontrava-se gravado à muito tempo, mas a editora manteve-o na prateleira por o considerar pouco comercial. Entretanto aqui e ali começaram a surgir canções na net e uma legião de fãs mandou caixas e caixas de maçãs para a editora com o carimbo free Fiona. A manobra parece que fez efeito e a editora resolveu editar o álbum, para tal pegou nas canções e pediu a produtores mais mainstream para retocarem a canções, resta agora saber para todos aqueles que já possuem o álbum se a nova maquilhagem é apetecível, ou se maçã será sempre maçã.

"Now that my album is finally finished, I am very, very excited to have people hear what we did – I am so proud of it, and all of us who worked on it." says Fiona Apple.

Fiona Apple

Já Feito #1- Osmose

Compreender o meio hipertónico em sonhos contrastantes. A plasmática homogénea palpitando é um nocturno fechando as nossas partículas numa contínua permeabilidade. Dura página, és transporte, solvente fluido, fenómeno soluto a escorrer, pré-requisito incandescente. As línguas lambendo assuntos e repuxando a concentração, em cada membrana absorvente, amado fenómeno de gosto. O calendário alucinante pousado nas coxas a respirar, dormes redolente. Fundimo-nos no néctar osmótico semi-permeável, moléculas balançantes aninhadas entre aquosas. Contemplo tudo a fundo, abrindo a noite escura, biologias aquosas. O fenómeno físico-químico nocturno, sincronizando diferentes números, é o nosso programa de distribuir osmótico. Amo-te fechando a pele e abrindo os poros em soluções florescentes, colocadas em difusão interior. Minúsculas moléculas rosadinhas, brilhantes, em contacto quando ocorre o fenómeno osmótico, entram chupando ornamentos verdejantes, debaixo da membrana molhada. Os teus lábios em flor através do dia a acordar. As coxas chupando células coladas. O corpo fluindo como as línguas no lar.

quinta-feira, setembro 08, 2005

quarta-feira, setembro 07, 2005

CH3CH2OH

As primeiras chuvas de Setembro cheiram a terra molhada e sabem a uma sonata para violoncelo de Bach. O céu cinzento de Setembro é quente e gosta de um bom tinto ao fim da tarde.

Por falar em chuva:

Sempre gostei de uma boa tempestade,
daquelas que trazem consigo o cheiro da terra molhada e as pesadas gotas fazem som nas poças:

- Pling-plok

Pode-se ver os reflexos dos raios nas paredes e esperar ansiosamente pelo trovão, com o seu grave som a revolver-nos as entranhas A electricidade estática que percorre a nossa pele, arrepiando os pelos das nossas costas até à nuca. Podemos ficar junto à janela com um céu violeta como fundo e com o nosso bafo escrever mensagens secretas a amores ausentes. Mesmo andar à chuva, é bom, deixar as gotas rolarem pela nossa cara, ensoparem os nossos ossos e molharem o nosso cabelo. Quando voltar a casa, regelados, regressar para uns braços quentes.

domingo, setembro 04, 2005

Birthday gift

Birthday gift...

Novo album da Rosie Thomas


At their best, well written, expertly executed songs do more than just tell a story — they pose important questions. On If Songs Could Be Held, her third full-length for Sub Pop, Seattle songwriter/vocalist Rosie Thomas approaches the sometimes difficult but universal topics of introspection, identity and love with bravery, honesty, and above all, stunning beauty. These songs aren’t all about Thomas’ personal experience, however, and that departure into the fictitious marks the first of several artistic stretches on the album. “It was very freeing,” Thomas, who approached her songwriting technique and vocal delivery from a more confident, methodic place this time around, explains. Although longtime collaborator and close friend Eric Fisher was an integral part of the process as he was on previous records, If Songs Could Be Held marks the first time Rosie has collaborated with musicians outside her circle of family and friends. Recorded by Mike Busbee at Brown Welch in Pasadena, CA, If Songs Could Be Held also features Liz Phair guitarist Dino Meneghin, accomplished film soundtrack string arranger Josh Myers, and a duet with Ed Harcourt.
URL: http://www.rosiethomas.com

sexta-feira, setembro 02, 2005


Psicadelic Me

é uma menina!!!

Esta é a primeira bloga!!!
Nasceu hoje com 3,700kg e 51cm.
Desejamos-lhe uma vida longa e que cresça com o apoio de todos!!
E o importante mesmo... é SAUDINHA